Escolhas culturais de Cesário Costa: perfeição e objetividade

Cesário Costa é o autor do livro “Noble et sentimental: Pedro de Freitas Branco e a interpretação da música de Maurice Ravel”, uma edição conjunta da Húmus e do CESEM

Ravel Boléro

A Philharmonie de Paris assinala os 150 anos do nascimento de Maurice Ravel com a exposição “Ravel Boléro”. Dedicada à sua obra mais popular, o “Boléro”, a mostra, partindo da história desta partitura, faz um retrato do compositor e da sua época, através de uma experiência multissensorial.

Variações Goldberg

Uma das obras que eu ouço recorrentemente são as “Variações Goldberg” de J. S. Bach gravadas, em 1981, por Glenn Gould. Esta interpretação combina a procura da perfeição e a objetividade, características do pianista canadiano, com uma grande variedade tímbrica e uma impressão de liberdade.

Balada para Sophie

Uma fascinante novela gráfica do argumentista português Filipe Melo e do desenhador argentino Juan Cavia, que releio muitas vezes. Retrata a vida de Julien Dubois, pianista de sucesso, numa narrativa que se confunde com a história da Europa do século XX.